 ABC da Beleza Por Gabi Dias | Foto Sidney Tuma | Agradecimentos Bazar / Brechó Liendo
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Dermopigmentação
Imagine acordar bela e impecável, sem precisar perder tempo com aquele make básico... Pois saiba que isso é possível com a dermopigmentação, ou maquiagem definitiva, como é conhecido o procedimento. “O processo implanta pigmentos na pele, a fim de corrigir ou realçar traços”, explica a dermopigmentadora Luana Serpa (SP). Você pode optar por fazer uma sombra nas pálpebras ou delineador na raiz dos cílios, colocar uma corzinha nos lábios ou apenas um contorno na área, deixando a boca com aparência mais carnuda, ou corrigir falhas na sobrancelha. “É possível corrigir sobrancelha sem forma ou mudar sua forma e cor. Ainda podemos, em alguns casos, fazer a correção da coloração das aréolas após cirurgia plástica nos seios, camuflando as cicatrizes”, explica a dermopigmentadora e designer de maquiagem Suzette Andrade, da Suzette Beauty (SP), que atua na área há 27 anos. A técnica é iniciada com um esboço que o profissional faz no rosto da cliente, para que a mulher possa visualizar o resultado final. Depois de aprovado, o profissional aplica os pigmentos escolhidos por meio de um dermógrafo, aparelho similar a uma caneta elétrica. Logo após a aplicação, o local ficará com um tom mais escuro por conta do acúmulo de pigmento que fica na região. Depois de quatro a sete dias, esse excesso sai e o resultado notado não é o permanente, já que depois de 25 dias a cliente retorna para fazer o retoque da técnica e fazer a correção de qualquer falha que tenha ficado. Aí sim, depois de o excesso de pigmento ser eliminado, o resultado é o definitivo, exceto para aquelas mulheres que tomam muito sol ou se submetem a tratamentos com dermoabrasão. Mas vale lembrar que essas mulheres, podem refazer quando acharem necessário. Depois da técnica, cada parte do rosto tem uma reação diferente: os olhos e os lábios ficam um pouco inchados por um dia e a sobrancelha fica avermelhada por cerca de uma hora. A aplicação da maquiagem definitiva custa a partir de R$ 600, por região trabalhada.
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Estrias
A palavra estrias sempre causa arrepios nas mulheres. Primeiro, porque é antiestético. Segundo, porque são difíceis de serem eliminadas. Isso porque elas surgem de um rompimento das fibras elásticas, fruto de um aumento rápido e excessivo de peso ou massa muscular, alterações hormonais, obesidade, efeito sanfona, uso indiscriminado de esteróides ou corticóides, entre outros fatores. A maneira mais fácil de combatê-las é prevenindo-as, o que é possível com cuidados diários, como alimentação equilibrada e saudável a fim de evitar o efeito sanfona e hidratação corporal intensa, de preferência com cremes nutritivos. Uma vez instaladas, saiba que quanto antes tomar uma providência, melhor. Pois as estrias mais recentes, aquelas com cor avermelhada, são mais fáceis de serem eliminadas do que as mais antigas, que já atingiram a cor branca. Uma opção de tratamento é a Galvanicputure-Terapy. A técnica é realizada após uma assepsia da região, seguida de uma exfoliação. O procedimento é realizado por estímulos físicos e elétricos realizados através de uma pequena agulha. Esses estímulos são os responsáveis pela regeneração tecidual, melhorando a flacidez, uniformizando o tom da pele e recuperando a textura original. “Durante o tratamento, deve-se evitar fazer bronzeamento natural e artificial. Portanto, podemos aproveitar o inverno para investir neste tratamento”, alerta a esteticista dermato-funcional Marcela Rodrigues, da clínica Shory (SP). Após o tratamento, o principal cuidado é a hidratação diária. O tratamento oferece resultados gradativos ao longo das sessões – esse número varia de acordo com o caso. A técnica pode ser associada a outras técnicas, como Carboxiterapia e Peeling de Cristal. Cada sessão custa R$ 200, em média.
Para aquelas que buscam uma alternativa natural, a opção é o uso de enzimas. Nesse caso, a técnica é realizada por meio de micropunturações e aplicações de enzimas na região afetada. Segundo Simone Tobias (SP), as enzimas atuam diretamente na morfologia das células, regenerando os tecidos e, assim, eliminando completamente as manchas. A técnica pode ser feita em qualquer tipo de pele e realizada em qualquer época do ano. Tomar sol na região tratada é uma recomendação durante o tratamento. “Como os raios solares estimulam os melanócitos, responsáveis pela repigmentação das estrias, aconselho às minhas pacientes se exporem ao sol pelo menos 30 minutos por semana durante o tratamento”, explica a bióloga. A técnica, porém, não é indicada para quem tem flacidez localizada, principalmente no caso das estrias abdominais causadas pela gravidez. Já na primeira sessão é notada uma redução de 20% na espessura das estrias. O número de aplicações varia de acordo com o caso e cada uma custa R$ 700.
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